HIDROGRAFIA

Salgueiro do Campo possui fraca rede hidrográfica, embora densa. Há a considerar uma pequena parte da rede hidrográfica do Ocreza, que lhe serve de limite a Sul.

A Ribeira do Tripeiro a que o povo chama simplesmente «Ribeira» e que lhe serve de limite a Oeste, tem de Verão um pequeno caudal, chegando em certos anos a secar, excepto nos lugares mais profundos chamados «pegos». Atravessa uma zona xistosa que torna as suas margens muito fragosas, estreitas e pouco arborizadas.

No seu percurso até ao Ocreza, a «Ribeira», com algumas levadas e açudes -- as Passadouras, a Peguia do Vale, o Recanto, o Coice, o Muro, a Pomba, as Entre-Ribeiras -- é barulhenta umas vezes, calma e poética outras, accionando azenhas e moinhos.

O Ribeiro do Freixial, assim chamado por ter ali a sua nascente, corre em terreno granítico e, as suas águas, por vezes até Junho, são utilizadas para rega dos campos que lhe ficam junto.

Os afluentes da margem esquerda da Ribeira do Tripeiro são o Ribeiro do Vale de Juncos que nasce próximo do Juncal, o Ribeiro do Vale que tem a sua nascente a Este do Salgueiro, nos campos da Nave e Lomba, e o Ribeiro do Lapão que nasce a Sul do Salgueiro, com leito bastante inclinado e de pequeno caudal. Todos estes secam no Estio.

Ribeira do Tripeiro

Ribeira do Tripeiro

Ribeira do Tripeiro

Ribeira do Tripeiro

Ribeiro do Vale de Juncos

Ribeiro do Vale de Juncos

Rio Ocreza

Rio Ocreza

Ribeiro do Freixial

Ribeiro do Freixial

Moinho "Ti" Zé Martinho

Moinho do "Ti" Zé Martinho

Moega - Moinho "Ti" Zé Martinho

Moega - Moinho do "Ti" Zé Martinho

"Ti" Albertina no moinho

A "Ti" Albertina no seu moinho

Talhas para farinha

Talhas de recolha da farinha - Moinho do "Ti" Zé Martinho

 
Mós - Moinho "Ti" Zé Martinho

Mós - Moinho do "Ti" Zé Martinho

Moinho junto Recanto

Moinho no açude do Recanto

            [Página principal